E-Commerce e as mídias sociais

O E-commerce brasileiro possui diversos aspectos positivos, dentre eles estão o seu posicionamento no ranking mundial e cases exemplares como Americanas, Submarino e Mercado Livre. O ponto negativo se da por conta do atraso em relação a implementação de ações mais ousadas nas mídias sociais. Os grandes players do mercado de E-commerce ainda estão engatinhado diante ao mar de possibilidades que a social media pode oferecer. Aparentemente o maior receio dos diretores de marketing é achar que essas plataformas servem apenas como branding e não convertem em vendas. O Zappos e o Camiseteria são exemplos reais de como as redes sociais podem transcender a construção de marca e gerar vendas.

Uma maneira simples de entender como mídias sociais podem impulsionar as vendas é dividindo em três partes:

Tráfego: A visitação de um site e conversão de vendas são variantes proporcionais, logo, o ideal é sempre buscar aumentar o número de visitantes. Criar uma rede social dentro do e-commerce pode ajudar a gerar visitação através das ferramentas de busca e viralização de conteúdo. Os usuários costumam gerar conteúdo em suas redes sociais e com um tempo o seu site aumenta gradualmente o número de palavras pelas quais pode ser encontrado através do google ou qualquer ferramenta de busca. A indexação de novas palavras através dos usuários é positivo pois tem muita relevância com o conteúdo e dependendo da freqüência da criação dessas palavras o seu site pode chegar rapidamente ao Top 10 google em buscas de palavras-chaves do seu segmento. A criação de tráfego da maneira viral nada mais do que a inserção de widgets que divulgam o seu conteúdo em redes sociais da sua escolha, o share it é um dos mais conhecidos para esse tipo de ação.

Confiabilidade: Avaliar um produto e comentar sobre o mesmo são iniciativas que já se tornaram indispensáveis. Os usuários levam em consideração bastante a opinião de outros usuários durante o processo de compra, porém, em diversos casos os internautas não possuem um contato mais profundo. Ao passo que as empresas além de possibilitar comentários e avaliações também oferecem uma interatividade mais profunda entre usuários através de espaço perfis individuais e fóruns, esses irão poder trocar informações de maneira mais densa.

CRM: Atualmente as empresas entendem taxa de rejeição de página, tempo médio no site e ROI de Adwords, porém, não conseguem traçar aspectos qualitativos referentes ao hábito de compra. Criar uma rede social onde você entende o que cada usuário fala, compra e avalia, ajuda a criar um CRM qualitativo robusto.

Uma ótima dica para entender melhor esse cruzamento entre mídias sociais e e-commerce é participado do Ning Bate papo sobre e-commerce e mídias sociais da Lígia Dutra.

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